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sábado, 23 de novembro de 2019

Resenha do primeiro encontro aberto na Vila Viking!


Salve, vikings e medievalistas!

Neste último sábado rolou o primeiro evento aberto da Vila Viking Brasil!


Agora não é mais segredo: a Vila Viking fica em Juquitiba, a pouco mais de uma hora de carro da capital de São Paulo. Para quem chega pela estradinha de terra, a primeira coisa que se vê é a longa paliçada protetora e a torre de vigia. E depois que se passa pelos portões, o que acontece imediatamente é uma viagem no tempo: todas as estruturas dentro da vila são recriações históricas da Era Viking e o recriadores estão todos caracterizados, como se pertencessem àquela época.


Importante destacar: ainda não se trata do evento de inauguração da Vila, até porque ainda há muitas estruturas a serem erguidas, como a organização do projeto vem informando ao público nas redes sociais. O que aconteceu no último final de semana foi um primero evento aberto ao público – uma espécie de teste com uma quantidade pequena e controlada de pessoas leigas (não recriadoras históricas), justamente para ver como tudo deve funcionar e o que precisa ser melhorado antes da inauguração oficial.



Pra quem ainda não conhece: o recriacionismo é a prática de estudar e recriar, para fins educativos ou de entretenimento, aspectos variados de um determinado período histórico. Existem vários tipos de recriacionismo, relacionados a diferentes períodos históricos e localidades. A galera do recriacinismo viking (em inglês chamado viking reenactment) costuma recriar, entre outras coisas, roupas, utensílios, culinária e técnicas de luta da Era Viking.




O recriacionismo viking é bastante popular no Brasil, existem grupos espalhados por diversas cidades, e a Vila Viking Brasil é justamente um local para reunião desses grupos, além de ter a pretensão de ser um museu vivo onde o visitante vai poder não apenas observar mas também interagir com o ambiente ali recriado (dá uma olhada no meu primeiro post sobre a Vila Viking, onde falo um pouco mais sobre o projeto).


Quem esteve por lá como público, portanto, teve o privilégio de ver em primeira mão como o espaço da Vila está ficando, e cá entre nós o que já existe, ainda que incompleto, é impressionate. Um visitante podia andar pela vila e ver um ferreiro ou um coureiro trabalhando de perto, ou grãos sendo moídos na hora pra fazer pão, contas de vidro sendo fabricadas na fundição, entre outras atividades recriacionistas.




Era possível até fazer uma tatuagem com hand-poke – a técnica antiga usada para tatuar antes de existirem máquinas elétricas. O tatuador Duggan, presente no evento, é especializado em tatuagens de temática viking.




Pra mim um dos pontos altos foi a hora da glima, que é uma forma de arte marcial praticada pelos escandinavos durante a Era Viking, não apenas para fins recreativos, mas também como método oficial de resolução de disputas (obviamente uma alternativa muito melhor e menos letal do que um duelo de espadas).





Este foi apenas o primeiro de uma série de eventos abertos que devem acontecer nos próximos tempos na Vila Viking. Se você curte história e cultura nórdica, fica esperto, os próximos devem ser divulgados em breve.

Nesta primeira edição o evento aconteceu das 11h às 16h. O valor do ingresso era de R$150, já incluídos neste valor comida, bebida e participação em todas as atividades da Vila junto aos recriadores.

Vou publicar mais algumas fotos no instagram nos próximos dias, vai lá e segue o Cena Medieval para acompanhar:



Dá uma olhada também no instagram da Vila:






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